segunda-feira, setembro 22, 2008


Terminou ontem a Conquista Florescendo, Feira de Flores de Holambra .

Com uma variedade extensa de plantas e flores, a feira brindou a entrada da Primavera em Conquista.

Ideal pra quem tem espaço em casa... tinha tanta coisa linda! Como eu moro num apartamento minúsculo, comprei três plantinhas tão minúsculas quanto.

Coloquei o nome de Meireles, Salles e Coutinho.
Nerd?

sábado, setembro 20, 2008

Eu, o lixo reciclável e todos nós.

Hoje, nas propagandas eleitorais dos candidatos a prefeito de Vitória da Conquista, dois dos três programas falaram sobre o meio ambiente. De forma coerente até, poética, como sempre acontece quando é pra falar sobre o "futuro do planeta Terra" e com propostas viáveis e necessárias de acordo com a realidade da nossa cidade (a que eu conheço).

Um deles começou com a apresentadora falando assim: "Meio ambiente. Como ele interfere na sua vida?". Confesso que ouvi poucas palavras depois dessa apresentação. Fiquei pensando que o grande mal de quando se trata de algum problema social é que ele é colocado como algo que vem de fora pras nossas vidas e pouco é pensado no sentido de como nós mesmos somos agentes diretos no processo a ser analisado. O meio ambiente interfere nas nossas vidas, nossas vidas interferem no meio ambiente, nós fazemos parte do meio ambiente não somente como receptores das conseqüências e sim como participantes ativos de tudo que acontece. Então, quando vem a pergunta "como ele interfere na sua vida?" fico com aquela sensação de que meio ambiente de um lado, população de outro e vamos esperar que alguém faça alguma coisa por ele, pela gente.

Mas enfim, isso foi só um inside, uma fuga rápida que me vez lembrar de algo que aconteceu comigo esses dias.

Em todo processo de mudança de casa, uma enxugada básica nas tralhas que acumulamos durante anos se faz necessária. E eu juntei muitas: jornais, revistas, folhetos de eleição ainda de 2004, bilhetes, contas, panfletos, algumas apostilas descartáveis, pastas velhas...ou seja, um mundo de papel que rendeu três sacolas muito grandes com material quase que implorando para ser reciclado.

E agora? Começou a lida para achar quem o faça. Aqui na cidade, tem o Projeto Recicla Conquista, da Prefeitura Municipal. Um programa interessante, mas insuficiente para a demanda. Pego o telefone e:

-Oi, eu moro no Centro e tenho aqui muito papel que pode ser reciclado. Não quero de jeito nenhum jogar fora o que pode gerar renda e ajudar na preservação do meio ambiente (eu sou uma pessoa boa, rs).

- Você pode trazer aqui no Recicla Conquista, no caminho do Shopping. (longe pra caramba).

-É, mas eu não tenho carro. Não tem como vir buscar?

- Olha, a gente pode ver um dia nessa semana ou na outra. Porque estamos sem carro suficiente pra fazer as buscas. O ideal seria trazer.

- É... mas se vir, pode ser que horas?

- Nós podemos de 9 ao meio dia e de 2 às 5.

-É, essa hora eu trabalho. Pode ser sábado?

-Infelizmente...

(...)

Aí, desliguei e fiquei de tentar de novo. Duas semanas se foram e não consegui ninguém pra ir buscar e nem carro pra levar. Joguei fora.

Quase um mês depois passei pela mesma situação. Agora, com papelão, muitas caixas de papelão dos presentes que ganhamos. O pior que dessa vez eu nem podia guardar muito tempo, então embalei tudo e sai na rua atrás daquelas famílias inteiras que saem com uma carroça “catando” material reciclável como fonte de renda depois do horário de expediente. Não achei.

Joguei no lixo com a indicação na sacola: “Reciclável” pra ver se uma alma passava antes do caminhão de lixo e levava.

A gente tenta, mas por aqui, pra nossa vida prática, ainda não é “viável” ser “ecologicamente correto”. Uma pena.

sexta-feira, setembro 19, 2008

Eu sou uma eterna curiosa, a astrologia explicaria pelo meu signo, sagitário.

Por isso eu pergunto agora:



De onde Regina Duarte tirou aquele sotaque bizarro na novela Três Irmãs?

segunda-feira, setembro 15, 2008

time, my precious

Até a poeira assentar na minha vida, vou aparecer por aqui aos poucos... mas enquanto isso, vou colocar um texto incompleto. sei que se depender de tempo não termino nunca.
:)))


Sem título

Eu falo com freqüência para os meus amigos recém jornalistas que a realidade quando se sai da universidade, em especial para nossa profissão, é muito, mas muito diferente do que alguns deles que nunca trabalharam na área esperam. E isso eu digo por experiência própria de ter a formação na mesma Instituição e por conhecer um pouco desse mercado que cada vez mais caminha para o ecletismo e a convergência de funções. Esses fatos na verdade são familiares à quase todas as profissões, no entanto com o jornalismo a situação é mais crítica porque este desce as mesmas corredeiras de interesses da publicidade e, que neste rio de água nada doce da comunicação produz muito mais lucros.

A discussão é infinita e volta sempre à tona, nas universidades, entre os profissionais e nos órgãos fiscalizadores, mediadores e controladores de jornalismo, publicidade e propaganda e etc. O uso dos recursos que deveriam ser estreitamente pertencentes à área da comunicação responsável pela informação e esclarecimento dos fatos de interesse popular, de forma menos imparcial possível e etc e tal, o jornalismo, é utilizado para vender idéias, conceitos para o consumo de um produto ou prestação de serviços através de uma publicidade muito bem disfarçada, ou nem tanto. Na realidade está já subentendido que o texto jornalístico está inundado de posicionamentos, já que é impossível estar isento. Porém não é esse o ponto proponho agora.

Penso nesse instante em duas questões importantes: o preparo dos jovens jornalistas para o mercado e a lida dos jovens jornalistas no mercado cada vez mais sincrético. Isso porque nem coloco aqui a escassa importância dada à pesquisa, por parte de professores e alunos. Nesse caso, muito mais dos alunos, confesso.

Primeiro: não somos preparados para encarar a realidade e vejo que isso não é exclusivo da minha universidade. Começando pelo fato da nossa consciência critica não ser preparada para o uso prático da profissão. A falta de diálogo entre a teoria e o exercício do jornalismo, de trazer os autores para a atualidade e promover uma discussão que valha para rotina dos profissionais é um dos maiores déficits. Então, os estudantes vivem no mundo de sonhos, das objetividades, para cair bruscamente no mundo cheio de novelos, esperando fazer parte de grandes redações de jornal, produções de telejornalismo e assessorias de comunicação que irão estar de acordo com os princípios estudados durante aqueles anos.

(continua, um dia)

segunda-feira, setembro 08, 2008

Os brincos que Juliana Paes usará em seu casamento custaram 100 mil reais.
Eu preciso trabalhar 10 anos ganhando 830 reais e não gastar nenhum centavo desse dinheiro pra poder comprar esses brincos.
Fora a maioria das pessoas no Brasil que ganham um salário mínino, 415 reais... uns 20 anos de trabalho sem comer.

sexta-feira, setembro 05, 2008




Uma noite em que recebemos um banho com balde de água jogado pela janela da vizinha do bar que, além disso, ameaçou chamar a polícia.

E uma noite em que fizemos tantas rimas pornográficas que era praticamente um filme de Alexandre Frota.

Uma noite em que celebramos menos uma no mercado das pulgas das solteiras, não poderia ficar de fora deste blog.


Parabéns Gal!

Amo vc e desejo que a nova fase seja marcada por tanta baixaria e felicidade como foi esta noite.

quinta-feira, setembro 04, 2008

Waldick Soriano morreu.
Um minuto de silêncio nesse blog.

segunda-feira, setembro 01, 2008

Nestes tempos de mudança de casa: móveis novos=promoção=lojões de varejo.

Pela primeira vez na vida eu prestei atenção naqueles comerciais de “batidão” focando minha atenção nos produtos (e nos preços) e não na construção desesperada e agonizante que virou febre nas propagandas do gênero.

As “fortes” da região são a Insinuante, Ricardo Eletro, Lojas Maia, Eletrosom e Ponto Frio Digital. Já que eu entrei e saí muitas vezes (mas muitas meeesmo) de cada uma, me tornei quase um perito neste tipo de loja de móveis, eletro-eletrônicos, eletro-domésticos e tudo mais que você imaginar.

Por isso, fiz uma espécie de premiação avaliando diversos quesitos que considero fundamentais no ato da compra de um produto:

1 – Melhor atendimento

Lojas Maia (atendentes que sorriem, conversam e te dão todo tempo do mundo pra pensar. E se você volta pela décima vez sem decidir, eles continuam sorrindo).

2- Pior atendimento

Ricardo Eletro (quando consegui ser atendida, em qualquer uma das lojas, o atendente estava de cara fechada, era grosso e se você fazia perguntas sobre o produto eles não sabiam e nem procuravam saber. Você vai embora como se fosse uma mosca incômoda no prato de sopa).

3 – Melhor Preço e planos de pagamento

Insinuante (aqui você manda!)

4- Preços mais altos

Ponto Frio Digital

4 – Melhor disposição dos produtos (organização)

Ricardo eletro (a do Shopping, porque é do Shopping né?!)

5 – Pior disposição dos produtos

Lojas Maia (uma bagunça só)

6- Nunca tinha nada que eu queria

Eletrosom

7 – Variedade de Marcas

Insinuante

8 – Ambiente propício à compra (pensados ou não para ajudar na experiência positiva no ato da compra)

Insinuante (só por ser a que tinha mais claridade)

9- Ambientes mais degradantes

Ricardo eletro e Lojas Maia

10 – A menos compatível com a propaganda

Ricardo Eletro (que só cobre a oferta da concorrência se for a vista).

11 –Uniforme dos funcionários

Ponto Frio Digital

12 – O gerente mais disponível

Insinuante

No geral

Insinuante - foi onde compramos o que precisava pra casa.

Ricardo Eletro - só entro numa loja se eu for obrigada de alguma forma a fazer isso.

E isso tudo serve pra que mesmo?
Quase não assisto o Fantástico, mas ontem eu vi aquele Márcio Nãoseidasquantas dizendo que as profissões que vão sobrar profissionais no mercado (que construção frasal linda!) são as de Direito, Jornalismo e Psicologia.
Poxa, na minha casa tem uma jornalista e um futuro psicólogo. Que arraso.

sábado, agosto 30, 2008

O Sindicato dos Atores Esticados e Aspirados de Holywood deveria colocar uma cláusula no contrato com seus associados com a seguinte indicação:

-Evitar fazer cenas muito dramáticas com gritos, choros ou qualquer esperniação que exija um movimento maior dos músculos da face e um esforço além daquele que o botox permitir.

Meg Ryan e Nicole kidman deveriam ser as primeiras a assinar.

Quem quiser saber do que eu to falando assista "Margot e o Casamento" e "Eu e as mulheres".

sexta-feira, agosto 29, 2008

O céu de hoje.


Apesar de nublado, o céu hoje está lindo!

Imagem que capturei a poucos minutos...

quinta-feira, agosto 28, 2008

Discurso de canditado em campanha política é igual a questão de prova de vestibular. Suspeite mais daqueles que falam TODOS, NENHUM, SEMPRE OU NUNCA. Estes são sem noção.

"Todos os cidadãos terão direito à moradia"

"Nenhuma criança ficará fora da escola"

"Sempre estarei ao dispor da população"

"Nunca roubarei um centavo dos cofres públicos"

quarta-feira, agosto 27, 2008

Festival de Inverno Bahia 2008



O final de semana passado foi o do Festival de Inverno Bahia. “O maior festival de pop rock da Bahia” como, cheia de orgulho, a Rede Bahia divulga. E deve ser mesmo. Visto que acho difícil ver numa edição só de evento nomes como Nando Reis, Barão, Pato Fu, Zeca Baleiro, Biquíni Cavadão ou O Rappa, Los Hermanos, Engenheros do Hawai, Plebe Rude,Vanessa da Mata e Lenine ou Ira!, Paralamas e Lulu Santos, por exemplo.

Feito que só “alguém” com o cacife da Rede Globo tem condições de promover, pelo menos aqui no interior.

Claro que não poderia ser diferente: todo ano tem polêmica antes do Festival. Nem digo tanto pela grade de programação, afinal, quando uns choram de desgosto outros morrem de alegria com as atrações escolhidas para agitar a arena do Parque de Exposições. Mas digo pelos atrativos, o preço e, claro, a “meia entrada” para estudantes. A divulgação do Festival também fica por desejar, não em ênfase e presença, mas em coerência.

O primeiro equívoco é querer comparar as outras edições com a primeira. Nunca vai ter um ano tão bom quanto o de 2005 e não foi culpa só das atrações. Era a novidade, o clima, a experiência de receber algo extraordinário nunca antes vivido por Vitória da Conquista. O preço do passaporte foi baixíssimo, ingressos sendo distribuídos à rodo, empolgação total de todo mundo e uma pretensão comedida de querer ser realmente o maior Festival de Inverno das redondezas nordestinas. E o primeiro ano foi radical. Tinha bungee jump e similares e um tanto de outras alternativas nos stands dos parceiros. Depois foi ficando morno. Nada mais de muito arrojado (no máximo uma pista de gelo em 2007), diminuiu a presença das bandas locais e a tenda ficou meio órfã. Este ano teve uma “ponte do rio que cai” apática, uma feira de artesanato igualmente sem graça e...só.

Um ganho no ano passado foi o Espaço Gourmet, um acerto da organização. Um espaço aconchegante, elegante e delicioso no Festival para matar a fome e jogar conversa fora. Embora a disputa por um lugar fosse grande no intervalo e durante os shows mais chatos para a maioria. Este ano o perfil o Espaço Gourmet estava lá, mas não do mesmo jeito e um grande corredor de barracas de sanduíches e afins foi adicionado para os comilões de plantão. Eu não gostei, ficou com cara de Exposição Agropecuária apesar de ter sido mais fácil comprar cerveja desse jeito.

Convenhamos que o preço do Festival sempre foi justo. A polêmica sempre foi com a tal da venda para estudantes. Nos dois primeiros anos foi liberada a meia entrada sendo vendida de qualquer jeito: carteirinha de biblioteca, comprovante de matricula... No ano passado foi divulgado que não teria meia. Teve passeata e o diabo a quatro e liberaram com o comprovante. Este ano teve uma reunião com representantes de estudantes, a UNE e a TV Sudoeste (como assim foi passado de boca-a-boca, algo que não posso afirmar por não ter fontes seguras), na qual ficou decidido que só iria vendar meia com a carteirinha dos órgãos estudantis. Convenientemente tinha um guichê da UBES quase em frente ao stand do Festival, o que facilitou a vida de todo mundo, mas que não deixa de comprovar a, vamos dizer assim de uma maneira bem pejorativa e clichê, “máfia”. E esses representantes que ninguém sabe quem são? O “movimento estudantil” só aparece nesses momentos de defender a meia entrada e reivindicar contra o aumento da passagem de ônibus. Claramente politicagem de todos os lados, os estudantes apáticos foram levados de um lado para o outro como marionetes. Falta também saber exigir transparência nas decisões.
Depois de vais e vens, o que sempre me deixou indignada é que depois de tantas “brigas”, na entrada do Festival nunca exigiram nenhum documento meu, como aterrorizaram dizendo que o nome estaria gravado no ingresso, sendo este intransferível.

Deixando de lado essa questão, em 2008 a segurança estava bem melhor que no ano passado em que as pessoas eram assaltadas no ritmo do resultado da Tele Sena. Talvez fosse resultado do “controle” da venda de ingressos, sei lá. Mas estava tudo bem tranqüilo. Tranqüila não foi a fila para entrar no primeiro dia. CINQUENTA MINUTOS pra entrar, passar para ser revistado por um bando de inexperientes, fazendo um trabalho de tapeação. Nos outros dias, furamos fila mesmo e entramos em cinco minutos. Feio é mesmo, mas tava fazendo papel de otária naquele um quilômetro de fila.

Agora vamos aos shows.

1º Dia - sexta-feira

O Circulo na tenda eletrônica.

O mesmo show que eles fizeram aqui pouco tempo atrás. Bastante animado, o clima intimista. Poderia até estar no palco principal no lugar de Simone Sampaio.

Luíza Possi

Não vi inteiro e o que eu vi eu não cheguei a achar ruim, mas sem graça. Também não conhecia nenhuma música dela, ai ficou difícil... Mas se ajuda, achei-a bem bonita...

Capital Inicial

Todo mundo reclama que o cara só fala palavrão... Dinho sempre foi assim, um drogado naturalmente. Eu sou fã dele, da banda. O show realmente deixou a desejar. Foi mais curto que os outros, faltaram os clássicos que todo mundo gosta de ouvir, como Veraneio Vascaína e Música Urbana e acho mesmo que não um dos melhores dias da banda. E acabando o show ficou uma frustração geral no ar, mas deu pra pular até.

Arnaldo Antunes

Deve-se respeitar o cara, pelas composições, pela história.... Mas a voz dele é chata (o que a gente já sabia), o show um tédio para se assistir em pé, bêbado e na multidão. Só pra quem é fã mesmo.

2º Dia

Perdi Café com Blues

Maria Rita



UMA MUSA. Animada, elegante, linda e com a voz perfeita durante todo o show. Pode ser papo de fã, mas o show foi fantástico. Onde eu estava senti que estava sozinha sambando, dançando.... depois me contaram que em outro lugar tinham gays e mulheres descendo até o chão e chorando. Eu estava no lugar errado.

Frejat

Ah Frejat... você e sua garrafa de “visky”.... Nunca canso desse cara, mesmo com as rimas mais ridículas da carreira solo Frejat é sempre Frejat. Um ponto a menos para as caixas de som que pifaram do lado direito do palco, durante umas 5 músicas não deu pra escutar nada!
Simone Sampaio - Não vi.

3º dia

Dado Villa lobos



O que eu ouvi de Dado anteriormente não me convenceu da carreira solo dele. Tem umas musiquinhas legais e só. Como era de se imaginar, o que animou foram as músicas da Legião. Mas ele é bem simpático e eu gostei mais do show do que imaginava. Não foi tedioso, como o de Leoni e Arnaldo Antunes, por exemplo, outros ex-bandas dos anos 80.



Pitty

Eu esperava muito por esse show. Gosto da Pitty e ela sempre foi figurinha carimbada no meu mp4. O show foi loucura porque ela tem fãs insanos e eu claro... lá na frente...
Foi uma apresentação legal... quando a gente gosta muito da banda fica difícil falar mal, a não ser que seja mesmo algo terrível. Por exemplo, nem tinha percebido que ela mal falou com o público, cantou e saiu. Mas como foi com Los Hermanos, nem reparei nisso. Deveria, porque acho presença de palco essencial.


Jota Quest

Tenho a sensação que o show do Jota Quest só não perde no quesito animação geral para Biquíni Cavadão. Foi lindo todo mundo pulando, um show eletrizante, igual a todos que eu já vi, mas animadíssimo. Fechou bem o Festival.



Uma observação: não entendi porque a TV Sudoeste falou de todos os shows menos do Café com Blues e os da Tenda. Sabotando a própria tentativa de promoção dos artistas locais ou eles não interessam muito agora?

Entre nenhum morto e nem ferido, foi divertido. Melhor que o de 2007, não tão bom quanto o de 2006. 2005 não tem comparação.

; )
Obs: fotos e vídeos feitos por mim. nos dois vídeos eu estava sendo levada por uma galera pulando... e eu no bolo... por isso que estão assim...

terça-feira, agosto 26, 2008

Mudanças e muito trabalho tomam tempo. E falta dele impede que eu escreva por aqui até mesmo as asneiras mais breves. Mas agora que tudo está assentando, volto aos poucos.
Sei que o meu retorno está sendo ovacionado. Calma, calma, gente...

: )

terça-feira, agosto 12, 2008

Minha mais nova mania é participar dos concursos do Flickr - Br.

Apesar de ser uma concorrência quase desleal porque a maioria dos fotógrafos usam máquinas mega power invejáveis de controles mil, eu entro com a cara e a coragem com minha "amada digital" e apelo para originalidade e pelo o que ela tem de melhor para me oferecer (que são muitos atributos, diga-se de passagem).
Nesta quinzena a temática é "macro" e no meio de muitas fotos belas de flores, folhas e insetos eu participo com uma foto do meu penduricalho oriental:



Aproveito e coloco outra que ganhou muitos elogios. ; ) Temática "movimento". To ficando tão fanática que nem pedalando eu paro.












segunda-feira, agosto 11, 2008

Pós em Comunicação e Mkt. Empresarial.


Acabou-se o que era doce... e foi amargo algumas poucas vezes...
Doce pelos amigos, pelos excepcionais professores, pelos momentos de diversão (durante e depois das aulas) e pela experiência de aprender coisas novas e valiosas que se não forem usadas na vida profissional ou pessoal, serve ao menos para me gabar (hahaha) de saber algo a mais. O que pra mim, as duas opções são válidas.
Amargo às vezes por ter que vencer o sono, o cansaço do trabalho nas trinta horas por mês ,durante um ano e uns 3 meses, concentradas em uma noite, uma tarde e uma noite e uma manhã e uma tarde.

Valeu o dinheiro aplicado, valeu as amizades feitas (e outros reencontros), valeu as skóis no Estação Art e valeu por ter me transformado em uma profissional que vale uns reais a mais no mercado de trabalho.

Agora é a monografia. Que venha a pesquisa!
Na foto, começando de cima:

Cris Santana, Cris Ataide, Evelly, Mara, Anderson, Rivael, Fabiana e Túlio. Sara, Radamés, Priscila, Daniesley, Rita, eu, Tchaquelliny, Monik, Grace, Luanda, Isabela, Fabrícia e Lucinéia. Graziele, Melchi, Patrício, Lucio, Murilo, Luiz e Alexandrino.

terça-feira, agosto 05, 2008

humpt

Tem dias que não tem jeito. Você acorda com pensamento positivo: hoje nada vai me tirar do sério. Nada vai perturbar minha alegria e meu dia vai ser como o de Truman em seu show, tudo correndo bem de acordo com os conformes e as leis de um dia bom, sendo surpreendida vez em quando por uma boa notícia, um elogio ao meu trabalho ou um quilo a menos na balança ou, bastaria, na aparência.

Mas aí, tenho que correr, de salto alto, que andar pra mim já é uma tarefa olímpica, atrás de um cachorro rua acima que escapou quando saia de casa.

Chego na agência com cheiro de cachorro e recebo a bela notícia que o cliente reprovou a campanha porque fulano de tal viu um outdoor em São Paulo e achou a idéia (dos outros) melhor.

Malditos animais domésticos e maldita mente provinciana que acha mesmo que tudo que tem na capital é melhor do que no interior.

segunda-feira, agosto 04, 2008

Avante verdão!



Sem goleiro estrela, sem ficar 4 semanas liderando, sem goleada e perdendo pênalti. Mas vamos subindo...

domingo, agosto 03, 2008

O tempo que resta etc e tal.

O Tempo que Resta possui a sensibilidade peculiar semelhante à quase todos os filmes franceses que tenho visto ultimamente. Não muitos, alguns, ou um por semana pelo menos, porque fiquei mesmo obcecada por eles. São tão doces, delicados e engraçados na maneira mais singela de ser engraçado. E inteligentes. E elegantes. Ainda tenho uma lista deles para ver.

Mas então, vi O Tempo que Resta, de François Ozon, a história de Romain, um jovem fotógrafo com um câncer terminal que opta por viver os últimos momentos de sua vida de uma forma incomum (que eu não vou contar qual é). A gente vai vivendo esse tempo que resta com ele, se perguntando: e se fosse eu, o que faria? Mas não tem desespero, daqueles com cenas grandiosas de dramalhões que te deixam pra baixo o resto da semana. E na verdade a gente fica esperando que ele faça tudo que ele deve fazer antes de morrer, mas a vida não é assim... a morte não espera. E o desespero se transforma em nostalgia agonizante e acaba desse jeito, como um pôr do sol com o chegar da noite, simples e lindo.

Romain é gay. Ele tem um parceiro e tem também cenas quentes de sexo. Logo depois, assisti Clube de leitura de Jane Austen, e também tinha um casal de lésbicas. E tantos outros filmes agora tem casais homossexuais. Assim como a nossa sociedade estúpida tem aceitado os gays na mesma proporção que esses casais tem saído do armário, e vice-versa, os cineastas têm utilizado a homossexualidade (corrigida por Jarbas! valeu!) em suas histórias.

No entanto, as vezes eu fico achando que não passa de uma exploração ao tema quando o fato de ser gay aparece como fator de superação do personagem. Em O tempo que Resta e o Clube de Leitura não tem muito isso, não chega a ser uma temática, o parceiro de Romain poderia muito bem ser uma mulher que não iria alterar nada na trama, é normal o fato de ser gay. Fico receosa da homossexualidade se transformar em uma espécie de cota e o tema ser ainda mais banalizado. Tema que inclusive por engano ainda é tratado como algo da minoria. Culpa da nossa sociedade estúpida (que está progredindo, ou não?) e de alguns próprios gays que se acham tão diferentes que são incapazes de ver com naturalidade o fato de gostarem do mesmo sexo.

sexta-feira, agosto 01, 2008

Bééé....

Já tive muitos vizinhos estranhos, mas este superou todos eles.
O som do nosso novo despertador: béééé....

Não, não moro numa roça, apenas tenho como principal vista um terreno baldio.
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