domingo, fevereiro 04, 2007

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Considerando meus exageros sentimentais e prolongados e considerando minha empolgação com certas coisas da vida, me encontro hoje numa depressão temporária que nunca havia experimentado antes. Terminei o último episódio de uma série que preencheu aquela necessidade humana de ter para onde fugir quando as coisas no mundo real apertavam.




Foto do primeiro episódio.




Comecei a ver ALIAS em setembro, acho, depois de ter ficado atraida pela abertura da quarta temporada em que mostrava os principais disfarces da espiã Sidney Bristow desde então. Um motivo bobo, claro. Mas quem me conhece sabe como gosto de fantasias e perucas. Até então a única série norte americana que eu tinha me envolvido de verdade era LOST e Desparate housewives, desconsiderando os vários episódios isolados de Friends e A Sete Palmos. Mas enfim, depois de um empourrãozinho, vi o primeiro episódio. Vi o segundo, a primeita temporada toda. Até que meus amigos mais próximos perceberam que eu só falava em espionagem e nas profecias de 500 anos de Milo Rambaldi (é através dessas profecias e da busca por Rambaldi que a história de Alias se desenvolve).

ALIAS é surreal. Missões estrambólicas. Equipamentos com tecnologia inimaginável. E espiões quase super-heróis, daqueles que levam centenas de tiros e nunca morrem, mas pelo menos se machucam fisicamente e sentimentalmente principalmente. No entanto, o que me fez ficar fascinada pela série de J.J. Abrams não foi nada disso. Embora tenha o discurso de que "temos que salvar o mundo", as tramas são muito mais pessoais e, por que não dizer, familiares. Os sentimentos de ódio, vingança, amor e obsessão são que governam as ações de cada personagem sa série. Personagens brilhantes, diga-se de passagem.




Irina, Sidney e Jack, família cheia de mistérios...








Nunca vou conseguir explicar muito bem porque acho ALIAS genial. E nem quero falar agora sobre a série. Só que achei as três primeiras temporadas fantásticas. A quarta morta e a última renasceu das trevas minha paixão, talvez por saber que era a última. O episódio final passa longe de ser um dos melhores. Aliás, nem é digno da série. Mas isso não foi motivo para eu não deixar de me sentir "abandonada" depois de ter tirado o disco 5 da quinta temporada do aparelho de dvd.

Nessa "brincadeira", fiz uma amiga viciar, virei fã de Jennifer Garner e vi do que uma pessoa é capaz de fazer quando alguém que ela ama está em perigo.

Para quem desconfia, como eu, de qualquer produção sobre espionagem, um aviso: Alias não é bobo como pode parecer. Tem os melhores vilões que já vi até hoje e mocinhos que nem sempre são tão bonzinhos assim. Eu amei e vou rever um dia, com certeza.

3 comentários:

tulio disse...

prefiro c.s.i. ( o de las vegas ) :P
além do mais, seriado véio da porra! ahaha
eu sempre tenho que pertubar.
:*****

Skip disse...

Olá. Também passei pra dizer um oi. Mas sobre seriados, prefiro não assistir nada que me "obrigue" a ver de novo ou me prenda a um dia/horário específico. Vamos dizer que esporadicamente assisto qualquer seriado. E raramente TV aberta...

Hélio disse...

Tulio, seu chato. Essa serie acabou ano passado, como é que é velha?

Skip, o dvd veio pra acabar com essa obrigação nossa de ficarmos presos a TV. É so ir na canal 3 e alugar temporadas completas das melhores séries atuais! (ê propaganda...)

E em pensar no tempo que fiquei chateando essa menina pra assistir Alias... terminou de ver primeiro que eu!

Bjos.