
A foto da Globeleza para vender meu post
"Meu Deus, essa menina é uma criança!" Essa foi a imediata reação que tive ontem ao ver a cara (e o corpo) da nova Globebelza (nova pra mim, porque ela já era a Globeleza em 2006). Hoje, pesquisei e vi que Aline Aniceto tem 19 ou 20 anos. Já é maior de idade, claro. Não pensei que não fosse. Não cometeriam esse crime. Mas tem cara de criança. É uma menina. Já não basta o fato de "ter" que colocar mulher pelada na televisão para fazer o carnaval ser mais atrativo e ainda colocam uma que nem mulher é direito. Com jeito de criança, sorriso inocente. E os homens babam sobre o corpo recém-formado e as mulheres, nem sei, aceitam só, talvez.
E as crianças meninas de verdade que assistem, imitam. Também querem ser a Globeleza como qurem ser as protagonistas do bem das novelas. E a televisão repugna a pedofilia. E a televisão adora a pedofilia. E a televisão por si só é um eletroeletrônico. E a televisão é feita por quem assiste.
Sou conservadora nesse sentido. Não podemos perder a noção dos absurdos, dos abusos sexuais explícitos/subliminares. Da responsabilidade na formação cultural das crianças meninas de verdade, já que pra grande parte da população no país formação cultural é feita através das culturas de massa televisionada.
É uma pena que as palavras de Marshal Macluhan são enterradas na prática. Ele dizia, e chega a ser clichê para quem foi ou ainda é estudante de comunicação, que os meios de comunicação são extensões do homem: "a forma de um meio social tem a ver com as novas maneiras de percepção instauradas pelas tecnologias da informação".
Não gosto de discursos socialistas e morais, no entanto me rendo e digo que vejo a responsablidade social indo pro ralo toda vez que entra a vinheta: "na tela da TV no meio desse povo..."